Lembrei dessa história quando soube há pouco que o jogador Oscar está entre os melhores jogadores de basquete do mundo, entrou para o hall da fama nos EUA. Nunca tive dúvida disso. Ele é sensacional.
Eu sempre gostei do Oscar. Não o achava bonito, nada disso. Admirava a garra dele em quadra, a alegria com que jogava, as cestas de três pontos. Perdi a conta de quantas vezes o vi jogar. Vivia no ginásio do Ibirapuera. E ele sempre foi muito bacana com o público.
Oscar jogou durante muitos anos na Espanha e quando voltou ao Brasil, jogou pelo Corinthians. E lá estava eu no ginásio do Ibirapuera participando dessa festa...
Mas quero contar outra história.
Certa vez, em Mogi das Cruzes, fui escalada para cobrir o jogo entre o time paulista e um time local. Oba, era a chance que tinha de entrevistar meu ídolo.
Assisti a partida em local privilegiado, bem pertinho da quadra. Torcia para meu ídolo...
Mas a partida terminou e infelizmente, o Corinthians perdeu. Oscar, já sabia disso, ficava extremamente irritado com as derrotas.
Eu tentei chegar perto, em vão. Só vi meu ídolo indo embora sem dar entrevistas... Que pena!
A cena seria, no mínimo, curiosa.... Eu tenho 1,53 de altura e o Oscar 2,05...
O Oscar me mandou email dizendo que leu blog e me agradeceu!! uhuuuu
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
sábado, 11 de agosto de 2012
Oi, é o Zé Roberto...
Eu sempre gostei de esportes. Cheguei a participar dos campeonatos de vôlei organizados pelo governo entre as escolas estaduais. Essas disputas eram um sucesso. A gente torcia como se fosse seleção!!! O colégio onde eu estudava, o famoso "Daniel", tinha duas grandes quadras, uma delas coberta. E eu minha turma aproveitamos muito esse espaço.
Eu vivia no ginásio do Ibirapuera acompanhando as partidas de vôlei. Delirava com Xandó, Renan (o gato!!!!) Montanaro, Willian, Bernard e sua jornada nas estrelas....depois Mauricio (o gato 2!!!!), Carlão, Tande, Giovani, Marcelo Negrão. No basquete, amava ver o Oscar jogar. E vibrei quando a seleção foi campeã no Panamericano de 1987, em cima dos EUA. Eu gravei esta final em vhs. Há alguns anos entrevistei o Marcel, outro grande jogador de basquete, também medalha de ouro. Ele não tinha nada desta época. Providenciei uma cópia e mandei entregar. Quem diria...
Enfim, cresci com a vontade de ser repórter esportiva. O tempo passou, me formei e as oportunidades que apareceram foram em "geral". Peguei gosto por cobrir enchentes, trânsito, manifestações, greve e fui ficando.
Nas olimpíadas de Londres, vendo o José Roberto Guimarães ser campeão mais uma vez, me lembrei de um episódio. Eu estava no último ano de faculdade, em 1996, e escrevia para o caderno "Vestibular" do Diário do Grande ABC. Não me lembro da pauta, mas precisava entrevistar o Zé Roberto que na época comandava o time do Banespa. Passei uma manhã esperando na quadra e justo naquele dia, ele não apareceu. Deixei meu telefone com a secretária e expliquei a urgência.
No dia seguinte, na redação, telefone toca: oi Renata, é o Zé Roberto... com aquela voz serena, tranquila...
Eu, uma jovem estudante, quase caí dura do outro lado da linha. Confesso que deixei o telefone sem muita esperança de que ele retornasse. Pois é, me enganei...E a conversa foi ótima!! E no final, ele confidenciou: "a minha secretária disse que seu eu não te ligasse, você poderia perder o emprego, fiquei preocupado...". Expliquei que não era bem assim, mas agradeci a ligação rápida.
A gente colhe o que planta, acredito muito nessa frase. Por isso o Zé Roberto faz tanto sucesso. Parabéns por mais uma conquista!
Eu vivia no ginásio do Ibirapuera acompanhando as partidas de vôlei. Delirava com Xandó, Renan (o gato!!!!) Montanaro, Willian, Bernard e sua jornada nas estrelas....depois Mauricio (o gato 2!!!!), Carlão, Tande, Giovani, Marcelo Negrão. No basquete, amava ver o Oscar jogar. E vibrei quando a seleção foi campeã no Panamericano de 1987, em cima dos EUA. Eu gravei esta final em vhs. Há alguns anos entrevistei o Marcel, outro grande jogador de basquete, também medalha de ouro. Ele não tinha nada desta época. Providenciei uma cópia e mandei entregar. Quem diria...
Enfim, cresci com a vontade de ser repórter esportiva. O tempo passou, me formei e as oportunidades que apareceram foram em "geral". Peguei gosto por cobrir enchentes, trânsito, manifestações, greve e fui ficando.
Nas olimpíadas de Londres, vendo o José Roberto Guimarães ser campeão mais uma vez, me lembrei de um episódio. Eu estava no último ano de faculdade, em 1996, e escrevia para o caderno "Vestibular" do Diário do Grande ABC. Não me lembro da pauta, mas precisava entrevistar o Zé Roberto que na época comandava o time do Banespa. Passei uma manhã esperando na quadra e justo naquele dia, ele não apareceu. Deixei meu telefone com a secretária e expliquei a urgência.
No dia seguinte, na redação, telefone toca: oi Renata, é o Zé Roberto... com aquela voz serena, tranquila...
Eu, uma jovem estudante, quase caí dura do outro lado da linha. Confesso que deixei o telefone sem muita esperança de que ele retornasse. Pois é, me enganei...E a conversa foi ótima!! E no final, ele confidenciou: "a minha secretária disse que seu eu não te ligasse, você poderia perder o emprego, fiquei preocupado...". Expliquei que não era bem assim, mas agradeci a ligação rápida.
A gente colhe o que planta, acredito muito nessa frase. Por isso o Zé Roberto faz tanto sucesso. Parabéns por mais uma conquista!
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