Em 2011 resolvi seguir o conselho de duas pessoas para que criasse um blog. Luciana Estevão sempre gostou de ouvir minhas aventuras na reportagem e achava que eu deveria dividir essa experiência. Elaine Gomes deu o empurrão que faltava, me mostrando a importância de relembrar ou, porque não, redescobrir minha trajetória profissional.
Pensei...pensei...pensei... e decidi! Não sou nenhuma expert em informática, então, fui atrás de uma colega que tinha um blog e perguntei qual era o caminho. Com a resposta, xeretei e consegui criar a página. Escrevi os primeiros textos. Um amigo me ensinou a colocar as fotos na página. Para mim, uma descoberta e tanto!! Depois da "aula", fui me aperfeiçoando, mudei a diagramação várias vezes, até chegar na atual. E sigo aprendendo...
Escrever no blog é um prazer. Aos poucos, a memória traz histórias que vivi e que estavam esquecidas em algum lugar do passado. Hoje mesmo, olhei para uma planta chamada Maria Sem Vergonha e lembrei de uma experiência engraçada durante uma reportagem. Logo pensei: vou escrever no blog! Prometo contar em breve.
Em janeiro de 2012, completo 17 anos de jornalismo, a maior parte na reportagem. E continuo exercendo a profissão com o mesmo entusiasmo do início. Já vivi altos e baixos, mas não desisto. Sigo determinada no meu caminho.
2012 é o meu ano. Eu decidi e assim será. Então, que venha 2012!!!!
Feliz ano novo!!! E obrigada por acompanhar minhas aventuras...
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
A criança e a coxa do peru
Teve um 25 de dezembro que passei com a família Ota. Os pais do menino Ives, que foi assassinado por um segurança, organizaram um almoço natalino para famílias carentes da Vila Formosa, bairro onde moravam, na zona leste de São Paulo. Foi uma festa para centenas de pessoas. Almoço bem feito. E para as crianças, presentes. Muitos presentes. Foi um dia muito alegre. Casal gentil, os jornalistas também foram convidados a almoçar.
Em outro Natal fui cobrir a distribuição de brinquedos e almoço para famílias de Osasco, na Grande São Paulo. A festa era oferecida por um empresário da cidade. As pessoas eram simples, traziam tigelas, panelas, qualquer travessa que coubesse a comida. Para muita gente era a única refeição do Natal, a chance de comer algo diferente, especial. Lembro até hoje da expressão alegre de uma menino, que se deliciava com a coxa do peru...Tive a impressão de que ele nunca havia comido algo tão gostoso.
Em outro ano, trabalhei dia 24, à noite. Eu e a fotógrafa acompanhamos um empresário distribuir presentes pelas ruas de São Paulo vestido de Papai Noel. O que mais me chamou a atenção foi perceber que isso é muito comum na véspera de Natal. As pessoas ficavam embaixo dos viadutos, pontes, nas esquinas esperando os papais noéis chegarem... Sabiam que eles iriam aparecer...E a maioria já estava rodeada de presentes! Que bom!
Depois de acompanhar o empresário, cada uma seguiu para a ceia com a família... mas à meia-noite nos encontramos de novo, para cobrir a tradicional missa do Galo, na Catedral da Sé. Natais diferentes, mas especiais. Eu gosto dessas experiências...
Em 2011, estou de plantão...no Natal!
Em outro Natal fui cobrir a distribuição de brinquedos e almoço para famílias de Osasco, na Grande São Paulo. A festa era oferecida por um empresário da cidade. As pessoas eram simples, traziam tigelas, panelas, qualquer travessa que coubesse a comida. Para muita gente era a única refeição do Natal, a chance de comer algo diferente, especial. Lembro até hoje da expressão alegre de uma menino, que se deliciava com a coxa do peru...Tive a impressão de que ele nunca havia comido algo tão gostoso.
Em outro ano, trabalhei dia 24, à noite. Eu e a fotógrafa acompanhamos um empresário distribuir presentes pelas ruas de São Paulo vestido de Papai Noel. O que mais me chamou a atenção foi perceber que isso é muito comum na véspera de Natal. As pessoas ficavam embaixo dos viadutos, pontes, nas esquinas esperando os papais noéis chegarem... Sabiam que eles iriam aparecer...E a maioria já estava rodeada de presentes! Que bom!
Depois de acompanhar o empresário, cada uma seguiu para a ceia com a família... mas à meia-noite nos encontramos de novo, para cobrir a tradicional missa do Galo, na Catedral da Sé. Natais diferentes, mas especiais. Eu gosto dessas experiências...
Em 2011, estou de plantão...no Natal!
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